A visita do Anjo 

D  E  P  O  I  M  E  N  T  O

Num grupo semanal de Estudos de Wicca, presenciamos a visita de um

espírito que se assemelhava a um Anjo, pela descrição de quem o via.

Logo se revelou com espanto e admiração, sua missão.

Por Lu Amaral

Vidente participante do projeto Ciência do Milagre

A reunião semanal acontecia toda Quarta-feira num Centro Holístico no Bairro da Glória, no Rio e, para preservar identidade dos participantes, mudaremos os nomes originais.

Eu estava lá e neste dia, me foi mostrada uma das provas mais contundentes de que a dita "morte", pode nos dá uma segunda chance.

Nos reunimos, como de praxe, Juliana - Sacerdotisa Wicca das mais respeitadas - seus dois filhos, eu, Mariana e Ana Maria. Em torno da mesa de jantar retangular, acendemos velas. Como estava calor, pois era verão, abrimos as 6 portas altas que davam para o jardim estreito lateral dos dois lados da sala. A casa, que abrigava o Centro Holístico, tinha o pé direito alto que dava à sala, pouco iluminada, um ar misterioso com suas paredes altas. Logo ao começarmos, um vento gostoso sacudiu as cortinas e Juliana olhou para acima com expressão espantada.      

A PROVA

O Espírito de Luz que nos visitou, avisou que meu pai partiria se não fosse acudido com rapidez. Jamais, numa seção destas, 

havíamos tido uma revelação tão direta. 

Tínhamos começado com uma oração mas a Sacerdotisa mostrou que algo acontecia. Começou a sorrir mas, ao mesmo tempo, mostrava-se espantada... assustada. Dizia que estávamos "com visita. mas, de uma hora para outra, interrompeu e segurou meu braço, perguntando:

 

"Onde está seu pai?"

 

Respondi que visitaria meus pais logo em seguida, já que era véspera de feriado. Mas ela continuou dizendo que eu precisava tomar uma decisão rápida. Como se recebesse uma informação, concentrou-se e me disse:

"Se ele não for atendido rápido, será afetado por algo muito grave."

 

Na mesma hora peguei o celular e liguei para meus pais. Minha mãe atendeu e eu avisei que estava na casa de Juliana. Ela sabia quem era Juliana e mesmo sendo católica tradicionalista, respeitava as inúmeras provas de poder de Juliana. Perguntei como estava papai e ela disse "apenas um pouco resfriado mas esta bem!"

Eu disse que ela precisava ter certeza de onde estava o medico deles já  que era véspera de feriado e caso precisassem, teriam que acha-lo rápido. Ela entendeu como um recado mas agradeceu e disse que não precisava, que estava tudo bem.

Em seguida me disse:

 

"Não coloque pulga atrás de minha orelha, filha!" Mesmo angustiada, entendi que ela estava alertada. Marquei de ir vê-los e desliguei voltando para a mesa. Juliana começou a descrever o que via e como falava rápido, foi uma das raras seções que não consegui anotar. Falou que a sala havia se tomada de uma figura masculina jovem e bonita com enormes asas e que tudo brilhava. Continuou a explicar e logo entendemos que tratava-se de uma visita estranha. Um de nós falou em voz alta:

"É o Anjo da Morte?"

Juliana sorriu e respondeu:

"Ele está dizendo que não... que é o Anjo da Vida Eterna."

 

Todos nós, na sala, sentimos uma espécie de felicidade. Uma frase simples que entrou e penetrou fundo nossas almas. Não havia a "morte" no sentido desesperados que conhecíamos. O Anjo era anunciador de uma vida eterna eu eu, pensando no meu pai, achei que o perderia. Afinal, na mesma noite que nos visitava o Anjo, era dado um alerta de problema grave.

O PROPÓSITO

O espírito de luz que nos visitou avisou que meu pai partiria se não fosse acudido prontamente. Ele nos mostrou que todos têm uma segunda chance. 

Juliana nos descreveu a cena que via: as asas do anjo cobriam o teto da sala e ele estava acompanhando por alguns espíritos desencarnados que se mostravam aflitos. Ele nos falava da necessidade de mostrar aos de alma aflita que, em vida, tínhamos que procurar respostas e apoio espiritual. Que era importante se elevar espiritualmente:

 

Sempre que se testemunha um evento destes, há um misto de incredulidade com um sentimento libertador. Mas, no caso deste depoimento, o desfecho mostra que não há coincidências. Nos foram dadas provas.

Mais tarde, minha mãe contou que assim que desligou o telefone comigo, encerraram o jantar e papai se levantou da mesa. Disse que ia dormir pois não se sentia bem e, já à mesa, mostrou que estava um pouco abatido e confuso. Como havia dito,  minha mãe estava com "a pulga atrás da orelha". Ou seja: foi alertada. Seguiu meu pai que já na subida das escadas para o quarto começou a cambalear caindo no patamar central.

  

A esta altura, a atitude de minha mãe definiu tudo: ligou para o vizinho e pediu que acionasse uma ambulância enquanto ela ligava para o médico. Em pouco tempo estavam no Hospital e o meu pai foi salvo de um AVC em tempo recorde. 

 

Ao saber do ocorrido, no dia seguinte, todos ficaram muito comovidos. A visita do Anjo da Vida Eterna nos mostrou muito sobre este polemico tema: a morte. Mas também nos mostrou que estacamos no caminho certo e que nada na vida era mais valioso do que acreditar no fortalecimento do espírito.

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